Malvado! Por que me privas de ti?
Que pecado cometi, que fiz de errado,
para merecer tão duro resultado,
se nada além de querer-te eu pedi?
Qual foi o meu delito? Dize-me, enfim,
que culpa pode haver em desejar
ouvir tua voz, teu sorriso contemplar,
se antes tão perto estavas de mim?
Hoje, distante, compreendo o que escondia:
não sabia o quanto eras importante,
nem quanto tua ausência doía.
E se já não posso dizer-te o que sinto,
deixo aos versos aquilo que, hesitante,
meu coração calou por instinto.
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Autor:
Thais Almeida (
Offline) - Publicado: 15 de setembro de 2026 19:50
- Comentário do autor sobre o poema: Escrevi esse soneto para que o meu coração se esvaziasse um pouco...
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 21
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Ah, que lindo!
Versos tão sentidos, amei!
"Malvado! Por que me privas de ti?"
Abraços,
Oh querido, obrigada pelo comentário!!!
Fiquei muito feliz!
Abraços, amigo poeta!
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