Deus! constitui a mente humana;
oh, sim, Deus! constitui a minha mente,
logo, minhas ideias existem em Deus!
Rogo pelos meus pecados,
justificado pela vaidade filosófica.
Quão terreno se tornou, Deus!
E quão elevado se tornou o homem.
Estou sempre buscando perdão,
um perdão desprovido de conteúdo,
sem causa para a sua existência —
trata-se, então, de um perdão genuíno:
Autoproduzido (Self-produced),
causa de si mesmo.
E, ainda assim, prossigo buscando.
Entre a lama e o céu
já não há distância.
Tenho crença em mim,
mas busco incessantemente, Deus!
na busca desenfreada de quem eu sou (?)
-
Autor:
Laísa Lorena (
Offline) - Publicado: 14 de setembro de 2026 17:42
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 22
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Inspirador. Escrever assim é para quem realmente carrega a arte na alma.
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.