Deus! constitui a mente humana;
oh, sim, Deus! constitui a minha mente,
logo, minhas ideias existem em Deus!
Rogo pelos meus pecados,
justificado pela vaidade filosófica.
Quão terreno se tornou, Deus!
E quão elevado se tornou o homem.
Estou sempre buscando perdão,
um perdão desprovido de conteúdo,
sem causa para a sua existência —
trata-se, então, de um perdão genuíno:
Autoproduzido (Self-produced),
causa de si mesmo.
E, ainda assim, prossigo buscando.
Entre a lama e o céu
já não há distância.
Tenho crença em mim,
mas busco incessantemente, Deus!
na busca desenfreada de quem eu sou (?)