Nunca se sabe.
O sol nasce, a bruxa acordada.
Brinca com a decoração?
Ou busca o ruído de um cometa.
Pó. Estática.
As conversas loucas dos demônios —
aqueles que dominam os sonhos.
É um êxtase que despenca.
A alucinação ainda é doce,
e eu, de costas para o sol.
Que desperdício de luz.
Tão cheia de vida...
Que tédio.
Vou observar em silêncio.
O Peso da Alvorada
de Ayalah Verônica Berg
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Autor:
Ayalah Berg (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de setembro de 2026 08:07
- Comentário do autor sobre o poema: "Ela era uma forma Gordiana de matiz ofuscante, / Manchada de vermelho-vivo, dourado, verde e azul; / Listrada como uma zebra, salpicada como um leopardo, / Com olhos de tigre, cada um deles / Mais terrível que a cabeça da Górgona. / ... / Ela se contorceu; um momento branca, depois rubra de carmesim, / Então brilhou por um tempo, depois desvaneceu, como em dúvida; / Todo o veneno das serpentes voou de sua boca, / Contudo—mesmo em suas torturas—ela era rica / Em odores de sua beleza recém-nascida. / ... / E logo seus olhos, brilhantes, e com todas as suas lágrimas / Sem embaçar e cintilantes, deram mil garantias / De sagrada castidade, e de sua própria / Que não era uma bruxa quem veio a ele, mas uma / Ninfa do séquito de Diana, ele pensou, ou uma / Bela irmã das Graças. Tal sonho / De beleza era a única arte de uma bruxa / Para trazer sua doçura ao coração" –John Keats
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 11
- Usuários favoritos deste poema: Ayalah Verônica Berg, Morlock, Michel F.M.

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