Em sua cadeira de balanço,
os olhos fechados,
para descansar as pálpebras,
atento às informações ao seu redor,
que tratam ao seu respeito.
Seus filhos buscam soluções,
dividindo entre si,
tarefas atribuídas para seu zelo,
pois seu corpo outrora forte e ágil,
não suporta mais estar de pé por muito tempo.
Ele ouve tudo calado,
sua memória lhe conduz ao passado,
suas lágrimas contidas,
não quer parecer fraco,
tão pouco um fardo.
Ouve um som diferente,
uma voz que não parece preocupada,
uma criança contente,
correndo por toda casa.
Então seus olhos se abrem,
um sorriso brota em sua face.
A criança passa em sua frente,
suas mãos estendem em sua direção,
acariciando seus cabelos,
sente aquecer o coração.
Na realidade,
são duas crianças felizes,
uma delas com cabelos e bigodes brancos.
-
Autor:
@sorriseteria - Por: Bruno Garcia Santana (
Offline) - Publicado: 12 de setembro de 2026 12:55
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1
- Em coleções: Livro.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.