Amor platônico
Manhã fria e bela vestida de branco
Seu véu de geada arrasta e cobre o gramado
A falta do sol ainda mantém o seu penteado
E ela espera deitada no chão
Daqui a pouco o dia vai clarear …
Chegam os primeiros raios e ela levanta superando o medo
A neblina sua amiga antiga avisa
-vai embora enquanto é tempo
A neblina aos poucos desaparece
A geada emudece mas pensa “ dessa vez vou ver o sol” e espera…
Ele chega iluminado
Sorri sob o céu azulado
Emocionado vê a geada no ultimo canto de sombra
Ele vai ao encontro da bela
Aos poucos alonga seus raios amarelos
E na tentativa do primeiro abraço
Ela chora
Se emociona
Não aguenta
Derrete
Se desmancha
---
Amor platônico
Manhã fria, bela, vestida de branco.
Seu véu de geada arrasta e cobre o gramado.
A falta do sol ainda mantém o seu penteado,
e ela espera, deitada no chão.
Daqui a pouco o dia vai clarear…
Chegam os primeiros raios,
e ela se levanta, superando o medo.
A neblina, amiga antiga, avisa:
— Vai embora enquanto é tempo.
Aos poucos, a neblina desaparece.
A geada emudece, mas pensa:
“Desta vez vou ver o sol” — e espera.
Ele chega iluminado,
sorri sob o céu azulado,
emocionado ao vê-la no último canto de sombra.
Vai ao seu encontro,
alongando, aos poucos, seus raios amarelos.
E na tentativa do primeiro abraço,
ela chora, se emociona,
não aguenta,
derrete,
se desmancha.
-
Autor:
RGGouveia (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 12 de setembro de 2026 07:15
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.