Quando nada mais existir
nem mesmo a inquieta sofreguidão
e o adocicado azedume da paixão
Depois que tudo passar
como tudo há sempre de passar
até a vida que do nosso corpo se afastará
Mais tarde quando restar
apenas fragmentos na memória da eternidade
que parecia nunca jamais terminar
É que chegou a hora de continuar
em busca da completude de amar
verbo este que imperfeitamente sei conjugar
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Autor:
joaquim cesario de mello (
Offline) - Publicado: 9 de setembro de 2026 16:07
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 33
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Um belo texto!
Abraços
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