O ônibus vai pela avenida
À margem, há lixo,
A escola com mato
Que cresce no pátio.
Balança nas partes esburacadas
Do asfalto,
E os metais e os eixos gemem.
Seguindo o ônibus
Restos de escombros,
Valetas imundas,
Poças de água
Represadas dos temporais.
Há gente no coletivo
Que segue pela avenida.
Parecem indisponíveis
À realidade.
-
Autor:
Ivam de Melo (
Offline) - Publicado: 29 de agosto de 2026 17:41
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.