O meu silêncio é ensurdecedor,minhas lágrimas geram enchentes e ruínas, e a tristeza consome tudo em brasa.
Um novo ciclo desperta com o pulso da destruição.
Quando o peito abriga os escombros, restos de guerra arranham a garganta e o ódio me consome por dentro.
Hahahahah...
Será que a jaula enfim se abrirá para me libertar?
Será que o mundo está pronto para me conhecer de verdade?
Aguardo ansiosamente pelo meu senhor.
O seu retorno será grandioso — e, enfim, terei a paz que tanto anseio.
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Autor:
Hera (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 29 de agosto de 2026 13:55
- Categoria: Gótico
- Visualizações: 15
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Ivy.

Offline)
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