florescer

pseudohumanoexistencia

 

No meu peito, como mil espadas atravessadas 

sensação essa que me seguiu desde a infancia

por longas estradas da armagura eu caminhava 

comigo a nuvem negra que seguia 

dias nublados e garoa que caia repetidamente 

 

aurela negra sobre mim

queria, por fim uma leveza negada 

se um dia sonhei com flores ou simples amores 

com espada flamegante queimavam um jardim particular

pisavam e dançavam a me condenar 

 

sei tambem que não posso aceitar 

mas não consigo deixar de alimentar  o lobo negro da metafora 

 

e quando o que é belo ja não me é digno nem mesmo no mundo dos sonhos 

me encolho e despareço como magica 

se isso fosse possivel alem da imaginação

eu ja teria ido..

seria principe em uma historia encantada

 

em alguns momentos eu me envergonharia de viver uma ilusão 

olharia por entre as arvores e la estaria 

acenaria e sorriria timido o eu que estou fugindo

eu mesmo o rejeito 

como todos o fez 

  • Autor: shun (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 26 de agosto de 2026 12:42
  • Comentário do autor sobre o poema: pode ter erros, e não irei corrigir. como sempre, todos poemas que faço lidam com sentimento profundo de depressão, isolamento e rejeição. ( o desenho é uma pintura digital que fiz)
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 5


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