E nem sei mais o que faço.
Um escravo preso aos seus braços.
Louco corrompido que busca a cura nos seus beijos.
No seu conforto o abrigo dessa minha solidão.
Agonizo com toda minha dor.
Olhando pelos canto dos olhos a triste bruma que invade.
Talvez por se apiedar vai se desfazendo se aos poucos.
As flores murchas e sem graça já nem me olham viçosas.
E nem conseguem mais ezalarem.
O dia parece um luto.
Caindo uma fina chuva ingrata contribuindo para o entorno se asinzelar.
E tu.
Minha vida linda e perfumada.
Faças de mim o que quiser.
Um bobo louco por ser seu escravo.
Fragmentando na cabeça apenas um pensamento.
Vos agradecendo lhe.
Por não deixar de ser a mulher que se quer.
JCOSTA