Hora do óbito, sempre há
daquela vez, esqueci de olhar.
Aceitando o fim, busquei a paixão,
para facilitar a aceitação.
"Não há últimas palavras", assim direi.
Quanto morrer em mim, tua paixão,
Irei preeencher com a insatisfação,
da qual, você sempre me forneceu.
Escrevo, escrevo.... escrevo, sem fixar.
Sem amar. Sem apegar. Com atenção.
através da mentira, alimento minha lucidez,
Amar não busque, busque rasgar em tu, a fera desconhecida adormecida na loucura, de corpos ofegantes e faminto por ser quem querem ser.
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Autor:
Lopes (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de agosto de 2026 02:14
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Cacos da alma.

Offline)
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