Hora do óbito, sempre há
daquela vez, esqueci de olhar.
Aceitando o fim, busquei a paixão,
para facilitar a aceitação.
\"Não há últimas palavras\", assim direi.
Quanto morrer em mim, tua paixão,
Irei preeencher com a insatisfação,
da qual, você sempre me forneceu.
Escrevo, escrevo.... escrevo, sem fixar.
Sem amar. Sem apegar. Com atenção.
através da mentira, alimento minha lucidez,
Amar não busque, busque rasgar em tu, a fera desconhecida adormecida na loucura, de corpos ofegantes e faminto por ser quem querem ser.