Triste por tentar me esquecer
Jogar fora toda alegria e ver
A neve cair e espalhar toda a água
Das suas doces lágrimas ao amanhecer
Cai em mim, de novo e de novo
Como um velho, moço em vingança
Sumi com você, em minha mente
E agora onde está? Corro a escondê-lá?
Mas não, não há como proteger
Me arrependi do esvanecer
Ser ou não ser, eu preciso de você
Ter de volta o que fugiu ao anoitecer
E novamente ignóbil
Um novo sol da manhã
As lembranças derretidas
De um ideal frágil e sórdido
No fim, iniciamos de novo
E no inicio sabíamos do fim
E não faltou esforço de viver
Mas para quem vive demais
Falta-se morrer
O esforço para lembrar, virou a vontade de esquecer.
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Autor:
Ebelac (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 19 de agosto de 2026 02:20
- Comentário do autor sobre o poema: Há memórias que fazem parte de você, não se arrependa por não esquecê-las.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
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