Tempestade sangrenta

Kira

Em noites tempestuosas que jurei não manchar, meu sangue escorre de meu peito, sujando tudo o que um dia foi puro. Teu doce nome no entardecer ainda me conforta, mesmo que lágrimas caiam de meus olhos. O barulho do mar ainda pode-se ouvir mesmo em meio a trovões, e ainda pode-se sentir mesmo em meio a raios que amedrontam-me. Meu amor nunca passará, nunca abandonara-me, apenas não floresce como uma rosa, ainda não liberta-se como uma pena, ainda não permanece como teu nome em minha memória. Aquela que ainda guarda teu nome, tua voz, teu rosto, teus gostos e sonhos. Aquela que ainda aguarda-te no fim da tempestade.

  • Autor: Sukita (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 18 de agosto de 2026 19:56
  • Comentário do autor sobre o poema: Faz tempo q não escrevo, so coloquei tudo pra fora e viro isso. Espero q tenham gostado, mesmo q so um pouco!
  • Categoria: Triste
  • Visualizações: 5
Comentários +

Comentários1

  • Oswaldo Jesus Motta

    Gostei muito! Ótima noite, poeta! Abraços poéticos!

    • Kira

      Obrigado! Uma ótima noite para você também!!



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