SOPRO
Sempre gostou de a-MAR,
seu refúgio,
seja nas dunas
onde os “Sabiás” comem,
seja na Iracema,
onde a mesa e o vento
sempre abraçavam os bons.
Alguns não entendiam;
outros tantos não entenderão.
A vida é assim:
Onde o riso e o choro
se encontram,
feito o rio e o mar,
feito o sol e a lua.
O mesmo encontro:
onde um começa,
o outro termina.
O ar é o mesmo…
Que falta fazes!
Como distinguir o suspiro
do sopro dos navegadores?
Os ventos e o sopro responderão!
Motta, R.
Dezeseis do 8 de Um tal de 20 e vinte e 6.
Estado de Graça do Cariri.
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Autor:
Soldadinho do ARA-ARI-PE (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de agosto de 2026 14:49
- Comentário do autor sobre o poema: Portofino, em tempo qualquer donde fui.
- Categoria: Espiritual
- Visualizações: 2

Offline)
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