Ó, solene poesia...
Majestosa mãe do bem-dizer,
Peço-te, em humilde cortesia,
Que incendeies este meu coração anoitecido
E não deixes minha pena perecer
Num verso que, hoje, jaz adormecido...
Perdoa-me pela insolência,
Ó estrela-guia de todo aquele que se diz poeta,
Nada sou, senão um parvo de alma inquieta,
À procura da verdadeira eloquência
Que possa pôr num só verso
As ardentes estrelas do universo.
— Israel Andrade
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Autor:
Israel Andrade (
Offline) - Publicado: 16 de agosto de 2026 08:56
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7

Offline)
Comentários1
Muito bonito! Gostei.
Boa tarde! Excelente final de semana!
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