Sou respiro último
Que tão pesado se finda
Abafa, acaba e encerra
Esse alguém repleto de vida.
Minhas letras são navalhas,
Que desatam seus nós
Arrancam seus olhos
Exageram, tangencia e te toca.
Acabo com a métrica,
Desdenho do culto,
Sou fraco, escrevo.
-
Autor:
TheLira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de agosto de 2026 01:33
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.