Sou respiro último
Que tão pesado se finda
Abafa, acaba e encerra
Esse alguém repleto de vida.
Minhas letras são navalhas,
Que desatam seus nós
Arrancam seus olhos
Exageram, tangencia e te toca.
Acabo com a métrica,
Desdenho do culto,
Sou fraco, escrevo.