Eliabe Lira

Sótão

Sou respiro último 

Que tão pesado se finda

Abafa, acaba e encerra 

Esse alguém repleto de vida.

 

Minhas letras são navalhas,

Que desatam seus nós 

Arrancam seus olhos 

Exageram, tangencia e te toca.

 

Acabo com a métrica, 

Desdenho do culto, 

Sou fraco, escrevo.