Prisioneira sem prisão.
Prisioneira que se aprisionou…
o que sou?… não sei jamais.
Apenas resta o que o meu amor sonhou...
Prisioneira sem corrente…
Sem amarras, cordas ou zebras, barras…
Nem jaulas de metal são.
É cativa desta evolução.
Cores. Movimento. Conexão.
Enriquecem tanto que se com lupa olhar,
Nem cores reais estou a analisar…
0…1…1…0….1….0…0…0…
2.
Vejo o mundo nas minhas mãos.
Inovação para a destruição.
O meu Fado, tão dualista então…
Que sois tu? Que moral, ideal pregais?
A coerência é pregar e no camarim hipócrita, superficial ser?
Se bem o temos por certeza,
Certeza essa que arrebata a fé,
tal como o padre na igreja blasfemeia e é assim que prega a fé.
Não é sagrado…Um homem é.
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Autor:
Aurora Hortense (
Offline) - Publicado: 11 de agosto de 2026 20:49
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2
- Em coleções: Aurora Hortense.

Offline)
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