Quando a vejo.
Coração fica acesso.
Os olhos reviram esbugalham em sua direção.
Sinto um tremor subindo as pernas.
Nem sei explicar.
E passa toda charmosa.
Cheia de graça dengosa que só.
Sabe que quero.
Gosto e paquero.
E para me descontrolar e me ver cair do telhado com Sardinha garrafa e vinho.
Ajeita a saia que de tão curta.
Só ela sabe fazer.
Deus meus.
O sangue me sobe nas veias.
O ego se alevanta aumentando a pressão do veio.
E nem adianta fechar os olhos para não ver.
Pedaço de coxa que a roupa da mau para esconder.
E olhando pelo canto dos olhos.
Me da o fraga sabe destilar seu veneno.
Faz de proposito só para me provocar.
E passa sem nem me ligar.
Eu um pobre coitado.
Caído na sua esparrela.
Estático procurando no ar o seu perfume.
Sem arredar pé do lugar.
Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Online) - Publicado: 4 de agosto de 2026 08:37
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz

Online)
Comentários1
Esse telhado dá muito poema...
Ficou ótimo
Um abraço amigo
Graças meu amigo poeta.
Mas não e o telhado e sim o bom vinho português.
Com a cara cheia, qualquer um faz poesias.
Abraços amigos, cuidado com a ventania.
Por aqui foi um estrago só.
Apegaua
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