Apegaua

A DONA DE MIM...

Quando a vejo.

Coração fica acesso.

Os olhos reviram esbugalham em sua direção.

Sinto um tremor subindo as pernas.

Nem sei explicar.

E passa toda charmosa.

Cheia de graça dengosa que só.

Sabe que quero.

Gosto e paquero.

E para me descontrolar e me ver cair do telhado com Sardinha garrafa e vinho.

Ajeita a saia que de tão curta.

Só ela sabe fazer.

Deus meus.

O sangue me sobe nas veias.

O ego se alevanta aumentando a pressão do veio.

E nem adianta fechar os olhos para não ver.

Pedaço de coxa que a roupa da mau para esconder.

E olhando pelo canto dos olhos.

Me da o fraga sabe destilar seu veneno.

Faz de proposito só para me provocar.

E passa sem nem me ligar.

Eu um pobre coitado.

Caído na sua esparrela.

Estático procurando no ar o seu perfume.

Sem arredar pé do lugar.

Apegaua