Quando a vejo.
Coração fica acesso.
Os olhos reviram esbugalham em sua direção.
Sinto um tremor subindo as pernas.
Nem sei explicar.
E passa toda charmosa.
Cheia de graça dengosa que só.
Sabe que quero.
Gosto e paquero.
E para me descontrolar e me ver cair do telhado com Sardinha garrafa e vinho.
Ajeita a saia que de tão curta.
Só ela sabe fazer.
Deus meus.
O sangue me sobe nas veias.
O ego se alevanta aumentando a pressão do veio.
E nem adianta fechar os olhos para não ver.
Pedaço de coxa que a roupa da mau para esconder.
E olhando pelo canto dos olhos.
Me da o fraga sabe destilar seu veneno.
Faz de proposito só para me provocar.
E passa sem nem me ligar.
Eu um pobre coitado.
Caído na sua esparrela.
Estático procurando no ar o seu perfume.
Sem arredar pé do lugar.
Apegaua