Uma irmã e uma dívida cuja alma era vivida nos alpeiros.
Segunda irmã: a liberdade que consigo trará as consequências de um mundo sem freio.
Terceira irmã: compulsões, reflexo vivo de um desespero.
Uma irmã, uma dívida que protegerá sempre seu ninho de passado de desesperança e medo.
Segunda irmã, intempestiva com seus amores e desamores no seu carrossel de insegurança e medo.
Terceira irmã, vazia, presa ao espelho entediante da proteção de uma cruz que prega a sombra do medo.
Uma, segunda e terceira: três raízes unidas como erva daninha que cresceu, fruto de dois forasteiros.
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Autor:
Luna perotte (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 31 de julho de 2026 22:39
- Comentário do autor sobre o poema: " só um demônio pode caçar outro demônio "
- Categoria: FamÃlia
- Visualizações: 17

Offline)
Comentários1
?O poema é quase um tratado sobre a herança invisível da dor. O texto mostra como a mesma semente (as sequelas deixado por "dois estranhos ") pode gerar três frutos com aparências diferentes, mas que no fundo compartilham a mesma raiz amarga e o mesmo medo.
Abraços
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