Uma irmã e uma dívida cuja alma era vivida nos alpeiros.
Segunda irmã: a liberdade que consigo trará as consequências de um mundo sem freio.
Terceira irmã: compulsões, reflexo vivo de um desespero.
Uma irmã, uma dívida que protegerá sempre seu ninho de passado de desesperança e medo.
Segunda irmã, intempestiva com seus amores e desamores no seu carrossel de insegurança e medo.
Terceira irmã, vazia, presa ao espelho entediante da proteção de uma cruz que prega a sombra do medo.
Uma, segunda e terceira: três raízes unidas como erva daninha que cresceu, fruto de dois forasteiros.