No tom sépia que o tempo envelhece,
Na capa de um disco, um filme se tece.
Lô Borges, ao centro, com sua guitarra,
A vida em acordes, o que a alma desgarra.
Dedos em transe, um som que flutua,
Enquanto um jato no céu se insinua.
Voo de lembrança, ou um anseio audaz,
Na tela da mente, o que ficou pra trás.
Carros antigos, na base, em parada,
Estradas percorridas, jornada traçada.
O elefante em passos lentos, um saber ancestral,
Testemunha quieta de um tempo irreal.
Entre arabescos, formas que se perdem,
Em labirintos da memória, que acendem.
A chama da vida, um padrão a desvendar,
A história de um homem, no seu próprio lugar.
"Meu Filme" Lô canta, em cor e em melodia,
Um roteiro sonoro, pura fantasia.
Cada imagem, um verso, um refrão a ecoar,
No palco da alma, seu filme a brilhar.
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Autor:
Jairo Cícero (
Offline) - Publicado: 28 de julho de 2026 16:49
- Comentário do autor sobre o poema: Minha homenagem a esse grande artista que eu admiro tanto. Lô Borges, é pura música, é único!!!
- Categoria: Ocasião especial
- Visualizações: 3
- Em coleções: MEUS ÍDOLOS.

Offline)
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