Poema: Mãos Sacerdotais
Mãos ungidas, mãos caladas,
que erguem o pão e o mundo.
Nelas o tempo se curva
e o Céu toca o chão.
Abençoam sem pedir nada,
perdoam sem perguntar.
São ponte, são casa, são hóstia:
Cristo passando pelo altar.
Mãos que cansam e persistem,
que batizam, que ungem, que dão.
Mãos sacerdotais:
o toque de Deus na nossa mão.
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Autor:
GINO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de julho de 2026 23:53
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
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