(Lucien Vieira)
Houve um tempo, bem lá atrás, em que me percebi um agnóstico em plena progressão. Naquele período, do ponto de vista terreno da humanidade, foi a minha época. Neste sentido, no jargão popular, eu era o cara.
Os mais diversos sabores, doces e amargos, experimentei todos com apetite voraz; as inúmeras angústias, costumeiro suplício dos confusos, que me dominavam, disfarçava-as por meio das diversas alegorias — lícitas e ilícitas. E vaguei... E vaguei..., mas, seguramente, por providência, vi-me em célere declínio e, em seguida, percebi-me nitidamente no limite.
Desde então, passei a examinar com assiduidade o Diário de Transformação. Aliás, este se encontra disponível gratuitamente dia a dia, nas mais diversas formas, em quaisquer lugares. O acesso aos seus efeitos está condicionado à simples ação de aceitar.
Nele, aprendi, por exemplo, que “Tudo me é permitido, mas nem tudo é proveitoso para mim” (BÍBLIA. I Coríntios, 6, 12).
Logo, por efeito — com confiança — é perfeitamente possível perceber, descontinuar, retornar e ressurgir. Ou seja, “já não há nenhuma condenação para os que vivem em Cristo Jesus” (BÍBLIA. Romanos, 8, 1).
Graças a Deus!
Desfaleçam, pois, os corações incrédulos e faça-se, sobre a humanidade, a Verdade.
Escutai, portanto, os sons agudos dos avisos.
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Autor:
Lucien Vieira (
Offline) - Publicado: 26 de julho de 2026 07:12
- Comentário do autor sobre o poema: Prosa reflexiva, testemunho autobiográfico. Narra a trajetória de um homem que, após viver um período de agnosticismo, excessos e vazio existencial, chega ao limite de suas próprias forças e reconhece a ação da providência divina em sua vida.
- Categoria: Religioso
- Visualizações: 1

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