Lucien Vieira

DIÁRIO DE TRANSFORMAÇÃO

(Lucien Vieira)

 
Houve um tempo, bem lá atrás, em que me percebi um agnóstico em plena progressão. Naquele período, do ponto de vista terreno da humanidade, foi a minha época. Neste sentido, no jargão popular, eu era o cara.

 

Os mais diversos sabores, doces e amargos, experimentei todos com apetite voraz; as inúmeras angústias, costumeiro suplício dos confusos, que me dominavam, disfarçava-as por meio das diversas alegorias — lícitas e ilícitas. E vaguei... E vaguei..., mas, seguramente, por providência, vi-me em célere declínio e, em seguida, percebi-me nitidamente no limite.

 

Desde então, passei a examinar com assiduidade o Diário de Transformação. Aliás, este se encontra disponível gratuitamente dia a dia, nas mais diversas formas, em quaisquer lugares. O acesso aos seus efeitos está condicionado à simples ação de aceitar.

 

Nele, aprendi, por exemplo, que “Tudo me é permitido, mas nem tudo é proveitoso para mim” (BÍBLIA. I Coríntios, 6, 12).

 

Logo, por efeito — com confiança — é perfeitamente possível perceber, descontinuar, retornar e ressurgir. Ou seja, “já não há nenhuma condenação para os que vivem em Cristo Jesus” (BÍBLIA. Romanos, 8, 1).

 

Graças a Deus!

 

Desfaleçam, pois, os corações incrédulos e faça-se, sobre a humanidade, a Verdade.

 

Escutai, portanto, os sons agudos dos avisos.