Desatento seguia pela vida
Sem querer tropecei numa lembrança
Bagunçando o que sei sobre mudança
De repente reabriu uma ferida.
Inocente ensaiei uma subida
Mas o chão me puxou para essa dança
De brincar de sonhar como criança,
De rimar essa angústia adormecida.
Uma pedra nascida como amor
Atirada na lama dos meus versos,
Acolhida por mim em desamor.
E segui por caminhos tão dispersos
A esquecer cada rima dessa dor.
Um tropeço que aviva universos.
-
Autor:
J. Miller (
Offline) - Publicado: 18 de julho de 2026 10:31
- Comentário do autor sobre o poema: Este é o primeiro soneto que escrevi.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.