Carrego-me na estrada de outros,
entre ânforas de ventre mel,
toques de harpa,
colinas de sal
e noites incompletas.
Rumo ao não acontecer,
vou,
fico ninguém,
meio mito.
Levo fim como herança
e, amnésico, repito:
para nunca mais,
soletrar nunca.
Resta a nota,
dó...
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Autor:
ondavida amar (
Offline) - Publicado: 13 de julho de 2026 11:25
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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