Carrego-me na estrada de outros,
entre ânforas de ventre mel,
toques de harpa,
colinas de sal
e noites incompletas.
Rumo ao não acontecer,
vou,
fico ninguém,
meio mito.
Levo fim como herança
e, amnésico, repito:
para nunca mais,
soletrar nunca.
Resta a nota,
dó...