Burburinho
circundante
luzes em distorção.
No balcão
afoga-se
ébria solidão.
Alegrias plásticas
tateiam, indiferentes,
a enfermidade.
Moribunda,
arrefece a dor
em viscosa, e,
avermelhada desistência.
O silêncio
rasga, implacável,
as faces
em sulco profundo.
Então, a silenciosa
invisibilidade
esmaece.
Fagulhas
de prantos
ascendem ao léu.
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Autor:
Gilberto C. S. Jr. (
Offline) - Publicado: 8 de julho de 2026 08:26
- Categoria: Não classificado
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Offline)
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