Burburinho
circundante
luzes em distorção.
No balcão
afoga-se
ébria solidão.
Alegrias plásticas
tateiam, indiferentes,
a enfermidade.
Moribunda,
arrefece a dor
em viscosa, e,
avermelhada desistência.
O silêncio
rasga, implacável,
as faces
em sulco profundo.
Então, a silenciosa
invisibilidade
esmaece.
Fagulhas
de prantos
ascendem ao léu.