A Cultura do Desconhecido
A gente mora no ponto de interrogação.
Come incerteza, bebe madrugada.
Chama de sinal o que é coincidência,
e de destino o que é só estrada.
Não tem manual.
Tem presságio.
Não tem promessa.
Tem miragem.
E mesmo assim a gente planta
flor no terreno baldio do amanhã.
Porque se tudo fosse sabido,
que graça teria o coração?
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Autor:
GINO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 7 de julho de 2026 15:19
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 5

Offline)
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