Estranha,
essa contínua vontade,
como um prego entrando na madeira.
Cada pancada, um passo,
uma lágrima que deseja cair.
O mar contido nos olhos,
um córrego fino na várzea
pulsa ao lado esquerdo:
aquilo que não se manifesta —
disperso.
Solto como verso,
o peito aperta
e a face segue seca.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 5 de julho de 2026 11:15
- Comentário do autor sobre o poema: Vontade de chorar sem uma razão específica.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 18

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