Estranha,
essa contínua vontade,
como um prego entrando na madeira.
Cada pancada, um passo,
um fio que deseja cair.
O mar contido nos olhos,
um córrego fino
na várzea que se vai
do lado esquerdo
daquilo que não se manifesta —
disperso.
Solto como verso,
uma lágrima que não cai.
O peito aperta,
mas a face segue seca.