Confusão dos pensamentos...

Apegaua



Parcos versos traduzidos do que vai a alma.

Das minhas mãos avoaça.

Como que se a própria inspiração.

Tornando me um trapo imune e sedento sem lhe ver.

Insistentes ondas a deslisar morrendo na praia.

Afaga me  com carinhos merecidos fasendo me pensar.

E vou por caminhos que nem foram os escolhidos.

Tocado por momentos inrreais.

Como que se fossem preciosos vitrais.

Dolentes rajadas a murmurar.

Esvuassa os seus cabelos, trasendo me a narina seu cheiro.

Esse perfume embriagador.

Fazendo de mim o proprio colibri a vos deleitar.

Sonhos que deixo passar.

Ancia extranha a aliciar.

Caricias suas que preciso e não consigo explicar.

Linhas traçadas de uma dor.

Quis ser o seu explendor.

O eco dos seus passos.

Ou um astro a se incandecer.

Vaguei pelos caminhos sombrios de minha solidão.

Morrendo de amor e de saudade.

Onde a unica coisa que me restou.

Foi ser tragado.

Por um vendaval embriagado de paixão

Apegaua

  • Autor: Apegaua (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 30 de junho de 2026 10:01
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 6
  • Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz
Comentários +

Comentários2

  • Rosangela Rodrigues de Oliveira

    "SO ROM ILGUOL QUO RO OLROLDO O DOUS". Lindo poema poeta. Abraços poéticos.

    • Apegaua

      Eita, você não estava brigada comigo, fez as pases, nossa pensso eu que você e minha amiga mesmo.
      Obrigado Branquinha.
      Abraços.
      Apegaua.

    • Francisco Queiroz

      O poeta dos fados, tá moderno ouvindo o YouTube ou tem uma vitrola aí?

      Já passou o frio?

      Abraço, boa semana

      • Apegaua

        E não tenho, herança de avô, tenho o maior carinho.
        E bom ouvir fados, pois diminuo minha safra de garrafas de vinho.
        O frio continua.
        Aja queijo, ajá vinho.
        Abraços para vocês também.
        Apegaua.



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