Apegaua

Confusão dos pensamentos...

Parcos versos traduzidos do que vai a alma.

Das minhas mãos avoaça.

Como que se a própria inspiração.

Tornando me um trapo imune e sedento sem lhe ver.

Insistentes ondas a deslisar morrendo na praia.

Afaga me  com carinhos merecidos fasendo me pensar.

E vou por caminhos que nem foram os escolhidos.

Tocado por momentos inrreais.

Como que se fossem preciosos vitrais.

Dolentes rajadas a murmurar.

Esvuassa os seus cabelos, trasendo me a narina seu cheiro.

Esse perfume embriagador.

Fazendo de mim o proprio colibri a vos deleitar.

Sonhos que deixo passar.

Ancia extranha a aliciar.

Caricias suas que preciso e não consigo explicar.

Linhas traçadas de uma dor.

Quis ser o seu explendor.

O eco dos seus passos.

Ou um astro a se incandecer.

Vaguei pelos caminhos sombrios de minha solidão.

Morrendo de amor e de saudade.

Onde a unica coisa que me restou.

Foi ser tragado.

Por um vendaval embriagado de paixão

Apegaua