Parcos versos traduzidos do que vai a alma.
Das minhas mãos avoaça.
Como que se a própria inspiração.
Tornando me um trapo imune e sedento sem lhe ver.
Insistentes ondas a deslisar morrendo na praia.
Afaga me com carinhos merecidos fasendo me pensar.
E vou por caminhos que nem foram os escolhidos.
Tocado por momentos inrreais.
Como que se fossem preciosos vitrais.
Dolentes rajadas a murmurar.
Esvuassa os seus cabelos, trasendo me a narina seu cheiro.
Esse perfume embriagador.
Fazendo de mim o proprio colibri a vos deleitar.
Sonhos que deixo passar.
Ancia extranha a aliciar.
Caricias suas que preciso e não consigo explicar.
Linhas traçadas de uma dor.
Quis ser o seu explendor.
O eco dos seus passos.
Ou um astro a se incandecer.
Vaguei pelos caminhos sombrios de minha solidão.
Morrendo de amor e de saudade.
Onde a unica coisa que me restou.
Foi ser tragado.
Por um vendaval embriagado de paixão
Apegaua