Também danço com eles em casa. Entram nas minhas loucuras sem hesitar, como quem sabe que a alegria mora nos gestos mais simples. Rodopiamos entre gargalhadas, inventamos passos sem nome e, por momentos, o mundo fica do lado de fora.
É nesses instantes que percebo que a infância nunca nos abandona verdadeiramente; apenas espera que lhe abramos a porta. E talvez a felicidade seja isso mesmo: ter a coragem de voltar a dançar como se o tempo não existisse.
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Autor:
MAISA NALAPE (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 29 de junho de 2026 17:32
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Versos Discretos
- Em coleções: Maisa Nalape.

Offline)
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