Quando minha mãe morreu eu perdi minha fome.
Ganhei gula de amor com necessidade de afeto.
Os deuses, até então, falavam conosco.
Por meio da ferramenta sublime: amor.
Não se dizia eu, mas após um ato indevido,
O homem procriou e nasceu do seu pecado.
Minha mãe como sempre, estava com cara de choro.
Escutou calada a missa.
Olhando para seu bordado indagou a mim:
É chic, não é? Mas também é um sofrimento,
Nascer sem vestir dessas maravilhas.
Eu fiquei meio aflita, uma certa pressa.
Sem causa.
Pergunto a ti Deus, nós ainda herdaremos os céus?
Há uma falha, meus irmãos não me entenderam.
Dezembro passou novamente.
Prosa poética.
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Autor:
Endy Souza Dantas (
Offline) - Publicado: 28 de junho de 2026 12:09
- Categoria: Espiritual
- Visualizações: 3

Offline)
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