Não sou divino o suficiente para recair sobre os meus desejos. Entre um olho danificado e o límbico, atiro no seu peito.
Quartas famintas perfeitas, toscos lombares temerosos, cipós sobre o cansante lobo.
Quarteto cantante riscado os tamborins, traz o olho que curia entre as pernas de uma meretriz.
Essência genérica judiada por baixo do véu fino e caro.
Captura de Deus para seu jardim, complexado predador inocente e discente, plebeu ante eu.
Corrida dourada, carro de cinza à clara vestimenta.
Me junto aqui, em reabilitação do teu veneno, puto dragão, lava as mãos em meu sangue juvenil.
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Autor:
Jefther Carvalho (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de junho de 2026 00:39
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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