Não sou divino o suficiente para recair sobre os meus desejos. Entre um olho danificado e o límbico, atiro no seu peito.
Quartas famintas perfeitas, toscos lombares temerosos, cipós sobre o cansante lobo.
Quarteto cantante riscado os tamborins, traz o olho que curia entre as pernas de uma meretriz.
Essência genérica judiada por baixo do véu fino e caro.
Captura de Deus para seu jardim, complexado predador inocente e discente, plebeu ante eu.
Corrida dourada, carro de cinza à clara vestimenta.
Me junto aqui, em reabilitação do teu veneno, puto dragão, lava as mãos em meu sangue juvenil.