Um único jogo.
Um jogo diferente.
Um jogo perigoso,
onde você sabe que existe algo além da tela.
Por que você joga isso?
Qual é a graça?
É medonho.
Sem sentido.
Doentio.
É como se a sua existência dependesse disso.
Como se estivesse preso ao botão de play.
Assim que ele é apertado,
tudo morre.
Até a alma.
Quanto mais se joga,
mais ele permanece na mente.
Quanto mais se assiste,
mais difícil é acreditar que ainda é um jogo.
Então, por que continuam?
São pessoas.
São humanos.
São vidas.
Que merda de jogo é esse, afinal?
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Autor:
Ray... (
Offline) - Publicado: 26 de junho de 2026 23:05
- Comentário do autor sobre o poema: Um jogo pode não ser apenas um jogo.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4

Offline)
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