A ESCRITA QUE SAI DE MIM
A minha escrita não vem do saber
Vem de um jeito torto de escrever.
Ela não nasce da sofisticação da literatura
Ela sai da ternura
Da doçura
Da amargura.
A escrita que faço
Descreve o abraço
Do riso indeciso
E do choro impreciso.
Escrevo a dor doída
Que sai do peito feito vida
A dor que dói quase perdida
Mesmo que seja uma dor vivida.
Não descrevo nada por que tenho a teia da escritura
Nem sou artífice da literatura
Apenas combino dor e a alegria
E a escrita que sai tem a forma de poesia!
-
Autor:
Carlos (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de junho de 2026 21:23
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.