O fazer ou não fazer,
é um arbítrio ao dever,
de saber o que se produz.
A maneira de como se portar,
não é nada fácil de notar,
como é o levar ao que se conduz.
Entre a decisão e o querer,
pode surgir um comprometer,
para o resultado da ação.
O aceitar, sempre calado,
deixa no ar, um sentir de desagrado,
que pode tirar toda conformação.
Aí, o compromisso cede e verga,
e, então, não mais se enxerga,
o cuidado em fazer bem feito.
A pendenga logo ganha vez,
causando um grau de insensatez,
como se nada tivesse mais jeito.
Se a regularidade é uma exigência,
de fazer a tarefa com decência,
a missão vira quase um sufoco.
Então, numa cobrança seca e voraz,
faz-se um comparativo ambíguo e sagaz,
como se exigisse, deveras, o troco.
Se a conversa não acontece,
o desajuste logo aparece,
e poe fim a toda boa relação.
O silencio conspira a favor,
e o olhar se faz de vacilo e pavor,
acabando com qualquer consideração.
Mas, antes que o pior aconteça ,
e, por mais que isso te aborreça,
pense, opine e chegue a um consenso.
Num acordo, pode não se ter a melhor resposta,
mas, nunca deixe uma fratura exposta,
sempre haverá tempo pro bom senso.
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Autor:
Marcelo Veloso (
Offline) - Publicado: 17 de junho de 2026 14:53
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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