Poema do alívio

Hébron

...

Transpiro meus valores e defeitos
Na atmosfera astral daquilo que sou
Escudo-me desse tempo rarefeito
Esquivando-me de tantos rejeitos

 

Mas escuto a realidade da tua alma 
Reclusada e triste no próprio seio
Indignada na irrealidade que assalta
Na desprezível banalidade que deturpa

 

E nesse tempo imperativo e sem culpa
A poesia é a tábua que salva, o suspiro
Nesse poema fulgaz, alívio que inspiro
Em breves versos que não mais receio

  • Autor: Hébron (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 10 de junho de 2026 20:41
  • Comentário do autor sobre o poema: Um desdobramento inspirado no "Poema Inútil", da amiga poetisa Ema Machado.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 6
Comentários +

Comentários1

  • Shmuel

    Quel bacana, meu grande amigo!

    A poesia como válvula de respiro.

    Abraços,



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