Desde o tempo de nascimento
Figura numérica de dez anos
Sentindo os anos passando
Tal qual trem de monta
Nas lindas idas de viagem
Pelos caminhos dos trilhos
A estação do ano
Levando na mala os sonhos
Com muita coragem e bravura
Lembro a mamãe eo papai
Num cais distante acenando
Ondas nos olhos, inchaço
Flutuando os mares da vida
Boas expectativas e bons jogos
No fugidio tempo que anda
O menino tem dez anos de idade.
Na curva da vida sem destino
Para pular de apostar em uma corrida
O complexo cresceu deu frutos
Tronco bonito com raízes fortes.
Não critique pessoas felizes.
Sente o vigor do galho seu
Existe magia, mistérios de Deus.
O contexto dá vida à experiência vivida.
Cada vestígio marca a história.
No missivo vivo da ser
O convencional de outrora sou eu
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Autor:
Arlindo Nogueira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de junho de 2026 18:36
- Comentário do autor sobre o poema: Escrevi a Poesia “Menino de Outrora”, porque tenho jeito de menino, sinto e vivo as coisas com leveza. Trago em meu peito a fé, que mamãe me ensinou, não vacilo nos detalhes e procura viver feliz. Amo minha família, tenho consciência que meu tronco, hoje enraizado, vem dela. Enquanto isso, procuro viver leve, livre e solto. Disse o poeta e escritor Bráulio Bessa: “Seja você, do seu jeito, não viva pra ser aceito, viva pra ser feliz.” Boa leitura do nosso poema.
- Categoria: FamÃlia
- Visualizações: 3

Offline)
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