Tento me satisfazer
Com amigos, dinheiro, copos
Mas é uma embriaguez torturante
E tudo escapa pelos buracos
A realidade é nauseante
Com afazeres mecânicos
Onde encantos se escondem
Mas eu nunca os encontro
Fujo para o escuro
Procuro os escapes
O consolo das telas
Me toco enquanto penso em um abraço
O amor se tornou doença
Os remédios só me abusam
Os livros são de mentira
Um novo dia é uma velha esperança
Eu queria tudo
Mas o que quero não tem nome
Um abraço, um descanso, um pulsar
Parece que nada pode me salvar.
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Autor:
Diógenes Fabricius (
Offline) - Publicado: 5 de junho de 2026 11:16
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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