Cego pelo meu progresso estressante

O poeta de exatas.



Antes do sol sorrir

Ando pelas rua sem seguir o rumo reto

O bando de pessoas discretas 

Olham para o seu rumo desconfortante.

O sono que falta reaparece num lugar lotado 

Mesmo que não perceba

O estresse me consome igual a felicidade paranormal.

Ás vezes sou que nem Zévitor:

Apaixonado por qualquer pessoa

Onde dou orquídeas para te presentar.

Mas também sou que nem o fardo da realidade:

Chata, cruel e tediosa

Com o mesmo ritmo eterno de sempre

Que eu até mesmo faço a minha rotina da cruel realidade,

Sem eu perceber

Todo mundo diz que é maturidade,

Progresso, ou até mesmo posso vencer.

Mas para mim, é só um fardo estressante 

Onde não tem volta ou saída

É apenas um ciclo eterno

Onde você não é infante sonhador

E sim um adulto que tem que sair da seus sonhos.

 

-L.G.C.S?

  • Autor: O poeta de exatas. (Offline Offline)
  • Publicado: 4 de junho de 2026 10:48
  • Comentário do autor sobre o poema: Esse poema diz um pouco sobre o meu dia a dia, espero que gostem..
  • Categoria: Reflexão
  • Visualizações: 4


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