O poeta de exatas.

Cego pelo meu progresso estressante

Antes do sol sorrir

Ando pelas rua sem seguir o rumo reto

O bando de pessoas discretas 

Olham para o seu rumo desconfortante.

O sono que falta reaparece num lugar lotado 

Mesmo que não perceba

O estresse me consome igual a felicidade paranormal.

Ás vezes sou que nem Zévitor:

Apaixonado por qualquer pessoa

Onde dou orquídeas para te presentar.

Mas também sou que nem o fardo da realidade:

Chata, cruel e tediosa

Com o mesmo ritmo eterno de sempre

Que eu até mesmo faço a minha rotina da cruel realidade,

Sem eu perceber

Todo mundo diz que é maturidade,

Progresso, ou até mesmo posso vencer.

Mas para mim, é só um fardo estressante 

Onde não tem volta ou saída

É apenas um ciclo eterno

Onde você não é infante sonhador

E sim um adulto que tem que sair da seus sonhos.

 

-L.G.C.S?